A tradição iorubá é oral, todo seu ensinamento é realizado através do Ifá de pai para filho, geração após geração. Entretanto, para aqueles que queiram conhecer determinados aspectos da nossa cultura, recomendamos os livros abaixo.
ÀJÙWÒN, BÁDE. ÌRÈMÒJÉ: ERÈ ÍSÍPÀ ODE. Ibadan: University Press Limited, 1981.
Anais do IV Congresso Afro-Brasileiro. Recife: Fundaj/Ed. Massangana, 1996.
BARROS, José D'Assunção. A construção social da cor. São Paulo: Ed. Vozes, 2009.
FATUNMBI, Awofá Lokun. Awo: Ifá and the theology of Orisha Divination. New York: Original Publications, 1992.
GLEASON, Judith. Oya: in praise of the Goddess. Boston: Shambhala Publications, 1987.
IBIE, C. Osamaro. Ifism: the complete work of Orunmila. Hong Kong: Design Printing CO.
IDÒWU, Gideon Bababolá. Uma abordagem moderna ao yorubá (nagô). Porto Alegre: Palmarinca, 1990.
LANDE, Ruth. The city of women. New Mexico Press Edition, 1994.
MORAIS, Jorge. Obá: oráculos e oferendas. Recife: Do Autor, 1993.
OSUNTOKI, Chief. The book of African names. Baltimore: Black Classic Press, 1991.
SANGODE, Iyalosa Ayobunmi Sosi. The cult of Sango: the study of fire. Brooklyn: Athelia Henrietta Press Inc., 1996.
SANTOS, Descóredes M. dos (Mestre Didi). História de um Terreiro Nagô. São Paulo: Ed. Max Limonad, 1988.
SANTOS, Descóredes M. dos (Mestre Didi). Por que Oxalá usa Ekodide. Rio de Janeiro: Pallas, 1997.
SERRANO, Carlos; WALDMAN, Maurício. Memória d'África: a temática africana em sala de aula. São Paulo: Ed. Cortez, 2007.
TRINDADE, Liana Salvia. Exu: símbolo e função. São Paulo: FFLCH/USP, 1985 (Coleção Religião e Sociedade Brasileira, vol. 2).
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